COMBATE AO NARCOTRÁFICO

A Polícia Judiciária de Cabo Verde em cooperação com a sua congénere portuguesa, apreendeu nas águas cabo-verdianas, uma embarcação pesqueira com mais de uma tonelada de cocaína. Nesta embarcação que saiu do Brasil, com destino à europa, foram detidos seis indivíduos brasileiros.

Em comunicado, a Polícia Judiciária informou que a operação 𝐫𝐞𝐬𝐮𝐥𝐭𝐨𝐮 𝐧𝐚 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐞𝐧𝐬ã𝐨 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐬𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚 𝐟𝐚𝐫𝐝𝐨𝐬, 𝐝𝐢𝐬𝐭𝐫𝐢𝐛𝐮í𝐝𝐨𝐬 𝐞𝐦 𝐩𝐚𝐜𝐨𝐭𝐞𝐬 𝐞 𝐛𝐥𝐨𝐜𝐨𝐬, 𝐭𝐨𝐭𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐧𝐝𝐨 𝟏.𝟔𝟓𝟑,𝟏𝟓 𝐤𝐠 (𝐮𝐦𝐚 𝐭𝐨𝐧𝐞𝐥𝐚𝐝𝐚, 𝐬𝐞𝐢𝐬𝐜𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐞 𝐜𝐢𝐧𝐪𝐮𝐞𝐧𝐭𝐚 𝐞 𝐭𝐫ê𝐬 𝐪𝐮𝐢𝐥𝐨𝐬 𝐞 𝐪𝐮𝐢𝐧𝐳𝐞 𝐠𝐫𝐚𝐦𝐚𝐬) 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐜𝐚í𝐧𝐚, 𝐧𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐦𝐛𝐚𝐫𝐜𝐚çã𝐨 𝐩𝐞𝐬𝐪𝐮𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐨𝐢 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐜𝐞𝐩𝐭𝐚𝐝𝐚 𝐧𝐚 𝐙𝐨𝐧𝐚 𝐄𝐜𝐨𝐧ó𝐦𝐢𝐜𝐚 𝐄𝐱𝐜𝐥𝐮𝐬𝐢𝐯𝐚 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐛𝐨 𝐕𝐞𝐫𝐝𝐞 𝐞 𝐫𝐞𝐛𝐨𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐚𝐭é 𝐚𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐏𝐫𝐚𝐢𝐚.

Esta avultada quantidade de droga, com elevado grau de pureza, segundo a mesma fonte, saiu do Brasil e tinha como destino a Europa.

Além dos estupefacientes, escreveu a polícia de investigação criminal, 𝐟𝐨𝐫𝐚𝐦 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐞𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐞 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐞𝐧𝐝𝐢𝐝𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐨𝐬 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐞𝐥𝐞𝐭𝐫ó𝐧𝐢𝐜𝐨𝐬, 𝐧𝐨𝐦𝐞𝐚𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐆𝐏𝐒, 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐟𝐨𝐧𝐞𝐬 𝐬𝐚𝐭é𝐥𝐢𝐭𝐞𝐬, 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐮𝐭𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐩𝐨𝐫𝐭á𝐭𝐞𝐢𝐬 𝐞 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨𝐬 𝐢𝐭𝐞𝐧𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐫𝐞𝐥𝐞𝐯â𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐛𝐚𝐭ó𝐫𝐢𝐚.

Na sequência desta operação, pode ler-se na mesma missiva, foram detidos em flagrante delito seis indivíduos, com idades entre os 28 e 43 anos, pela prática do crime de tráfico de drogas de alto risco, em coautoria.

Esta operação foi desencadeada pela Polícia Judiciária no âmbito do plano de prevenção e combate ao tráfico de estupefacientes por via marítima, através da 𝐒𝐞𝐜çã𝐨 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐈𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐠𝐚çã𝐨 𝐝𝐨 𝐓𝐫á𝐟𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐄𝐬𝐭𝐮𝐩𝐞𝐟𝐚𝐜𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐞 𝐂𝐫𝐢𝐦𝐢𝐧𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐎𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐝𝐚, após uma informação de alerta emitida pelo Centro de Análises e Operações Marítimas – narcóticos no âmbito da cooperação internacional com a Polícia Judiciária de Portugal.

Os detidos serão presentes às autoridades judiciárias competentes na manhã desta segunda-feira, 2 de dezembro, para o primeiro interrogatório judicial de arguidos detidos e para a aplicação de medidas de coação pessoais.

𝐀𝐬 𝐢𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐠𝐚çõ𝐞𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐬𝐬𝐞𝐠𝐮𝐞𝐦.

Apreendidas 1,6 toneladas de cocaína nos mares de Cabo Verde em operação conjunta com Portugal e parceiros

O diretor nacional da Polícia Judiciária, Manuel da Lomba, anunciou hoje, na Praia, a interceção de uma embarcação, com 1,6 toneladas de cocaína, durante uma operação conjunta entre as polícias judiciárias de Cabo Verde, Portugal e parceiros.

Conforme avançou o diretor nacional da Polícia Judiciária, em conferência de imprensa, a operação decorreu na Zona Económica Exclusiva de Cabo Verde, numa missão conjunta que também contou com a colaboração da Marinha Portuguesa e o Centro de Operações Marítimas do Norte (MAOC (N) e Brasil, em que abordaram uma embarcação pesqueira suspeita, com seis ocupantes provenientes do Brasil.

Segundo avançou aquele responsável, a operação denominada “Ventos Alísios”, foi graças a uma cooperação internacional, sob a coordenação do Centro de Operações Marítimas do Norte, MAOC (N), constituído por nove países europeus, sedeado em Lisboa (Portugal).

Manuel da Lomba enalteceu o papel da marinha portuguesa, que transportou a Polícia Judiciária cabo-verdiana e a portuguesa, até às quinhentas milhas náuticas, o que possibilitou interceptar o referido navio, que posteriormente foi escoltado até ao porto da Praia.

“Isso revela claramente o nosso propósito de combater o crime de tráfico de drogas, ainda é preciso destacar o papel fundamental da Policia Federal brasileira” mencionou, sublinhando também a colaboração “preponderante” da Agência dos Estados Unidos de combate ao tráfico, bem como da Agência do Reino Unido nesta operação.

A mesma fonte frisou, por outro lado, que esta operação decorreu durante vários dias nos mares de Cabo Verde, em que estiveram presente as Polícias Judiciárias de Cabo Verde e de Portugal, o que veio a culminar com a intercepção da embarcação denominada “Maria e João VI”, que continha 60 fardos de cocaína, com uma quantidade estimada em 1,6 toneladas de cocaína, cujo destino era à Europa.

O director nacional da Polícia Judiciária enfatizou ainda que a Polícia Judiciária continua com a sua posição “firme”, no combate ao crime de tráfico de drogas, que conforme sublinhou, é um precedente de vários outros crimes, que também assola o país.

A mesma fonte admitiu que um dos “grandes constrangimentos” da Polícia Judiciária é conseguir fazer o controlo dos mares de Cabo Verde, tendo em conta a dimensão da zona económica exclusiva do país, destacando que o próximo passo desta operação vai estar a cargo do Ministério Público, que vai determinar as medidas de coacção dos seis arguidos.

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